“Mal Viver / Viver Mal” em Itália em homenagem a João Canijo
A distribuidora Risi Film vai estrear em Itália o díptico “Mal Viver / Viver Mal”, de João Canijo, numa iniciativa de homenagem ao realizador português recentemente falecido, com o objetivo de divulgar e celebrar a sua obra junto de novos públicos. Vencedor do Urso de Prata na Berlinale 2023, o projeto chega ao público italiano através de um circuito de antestreias com várias sessões especiais, antes da estreia comercial em salas.
A primeira sessão teve lugar a 30 de abril, no Cinema Massimo, em Turim. Segue-se Roma, onde o díptico será exibido a 12 de maio, às 19h00, na Casa del Cinema. Esta sessão contará com a presença da atriz Rita Blanco, que participará numa conversa com o público entre a exibição dos dois filmes. O evento é organizado em colaboração com a Embaixada de Portugal em Roma e o Instituto Camões. Estão previstas novas sessões especiais noutras cidades italianas, a anunciar brevemente.
Depois deste circuito, a Risi Film preparará a estreia do díptico em salas de cinema italianas, com projeções já confirmadas em Trieste, Roma e outras cidades que serão divulgadas oportunamente.
As exibições de “Mal Viver / Viver Mal” em Itália contam com o apoio do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), do Ministério da Cultura português, da Embaixada de Portugal em Itália e do Instituto Camões, reforçando o esforço conjunto de promoção internacional do cinema português.
Fundada em 2019, a Risi Film é uma distribuidora de cinema europeu com presença em Portugal, Itália e Brasil. Centrada na promoção de novos cineastas e de novas formas de expressão cinematográfica, trabalha um catálogo eclético que inclui ficção, documentário e animação. Em Itália, tem vindo a afirmar-se como uma das principais pontes para o cinema português, tendo já levado ao público local filmes como “Diários de Otsoga”, de Maureen Fazendeiro e Miguel Gomes, “Variações”, de João Maia, “Cesária Évora”, de Ana Sofia Fonseca, “Technoboss”, de João Nicolau, “Fogo Fátuo”, de João Pedro Rodrigues, e “Verão Danado”, de Pedro Cabeleira.