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Carlos Gonçalves: Portugal existe onde existem portugueses

Com as eleições legislativas à porta o BOM DIA entrevistou o deputado e candidato do PSD pela Europa Carlos Gonçalves. Com uma carreira política marcada pelo trabalho na área das comunidades, o deputado realçou que “Portugal existe onde existem portugueses”.

O candidato do PSD partilhou a sua visão de um trabalho área das comunidades desenvolvido em conjunto por diferentes ministérios, e eventualmente da criação de um “ministério das migrações” no futuro. Entrevistado no Luxemburgo, Carlos Gonçalves manifestou a sua preocupação com o atendimento consular no Grão-Ducado. Outra das prioridades políticas elencadas pelo deputado é “a valorização do ensino do português, que está parado no tempo”.

Carlos Gonçalves declarou que uma das suas apostas caso seja eleito para a próxima legislatura é que “as comunidades portuguesas têm de ter incentivos fiscais para investirem em Portugal nos territórios de baixa densidade, nomeadamente no interior”. “Trabalhar no sentido do voto eletrónico” é outra das tarefas às quais se propõe.

Durante a entrevista realçou também a importância que podem ter os portugueses ou lusodescendentes eleitos para cargos políticos de outros países. “É preciso trabalhar para que possam estar articulados com Portugal para que possam defender os interesses do país” explicou. A este propósito, o candidato do PSD citou o exemplo dos luso-americanos presentes no congresso dos Estados Unidos, que têm defendido os interesses portugueses no que à Base das Lages diz respeito.

Por último, Carlos Gonçalves apelou ao voto, e apontou alguns motivos para o voto no PSD. Vincou que a lista dos sociais-democratas para o círculo da Europa conta com “quatro candidatos que residem no estrangeiro”, mais especificamente em França (o próprio), na Bélgica, no Luxemburgo, e no Reino Unido. O candidato relembrou o slogan do PSD “Portugal primeiro”, que aplicou às comunidades, falando num “Portugal repartido pelo mundo”.

Confira a entrevista completa em baixo: