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A força da natureza!

Invento a cada manhã a luz que me guiará nas horas de inquietude. Nesta calmaria,  converto algum desalento, porventura invisível,  em esperança.

As águas, acalmam o espírito.
Os deuses habitam o espaço, conferindo- lhe plenitude!
É sagrado o templo. Das árvores escuto o rumorejar do vento,  e do tempo!
Aquieto- me aos desígnios das sombras. Descodifico nelas os sons do mundo, algumas incertezas. A desordem  interior do lado material dos homens.
Sei que tudo o que sinto é passageiro. Sei que as palavras deixarão  algum dia de fazer sentido.
Por isso, me deixo deslizar  neste lago de águas límpidas, espelho de alma liberta.
Quem sabe, um dia, ainda me vejas neste espelho.  Quem sabe, um dia  invocarás as velhas lendas celtas,  onde noutros tempos me transformei  nos antigos rituais  do solstício.
Quem sabe ,um dia,  entendas o signo visual dos cisnes em liberdade.