
António Costa, o Primeiro-Ministro, até nem se estava a sair mal desde o início e até parte final de 2020, quando o Covid-19 se instalou em Portugal. Com ele, a Ministra da Saúde, Marta Temido, mostravam fibra.
Uma nota – não para discriminar por ser mulher, – mas pelos costumes com que olhamos a actividade duma mulher, Marta Temido, foi determinada, apreciável, expedita.
Só que Costa, um político experimentado, na parte inicial em que constava na lista dos notáveis, entretanto retirado, que apoiavam a candidatura de Luís Filipe Vieira à presidência do SLB – Benfica, um erro de cálculo infantilíssimo, sobretudo pela sua sagacidade, começou a ser menos capaz nalguns casos, e algumas falhas são da dimensão do apoio que tencionava dar à candidatura.
Enfim. Isto demole qualquer cabeça.
Tudo para dizer que agora vai fazendo o que se faz um pouco pelos outros países. É só olhar para o lado.
Diferentes outros indivíduos fariam quase igual. Aliás, António Costa quando se contraria, passou a reconhecê-lo, o que é notável.
Outrossim não podemos deixar de reconhecer que a tarefa é hercúlea, se se não faz melhor é porque na verdade as coisas não estão fáceis.
(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)
Mário Adão Magalhães
