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Suspeito de abusar de filhas adotivas e de engravidar uma

Não podia ter filhos e, com a mulher, adotou duas irmãs, hoje com 10 e 11 anos. Segundo a Polícia Judiciária (PJ) do Porto, o homem começou a abusar da mais velha, há cerca de dois anos, e chegou a filmar algumas relações. A menor engravidou e o pai, de 43 anos, residente no concelho de Matosinhos, foi detido. Uma juíza de turno que se deslocou ontem ao Tribunal de Matosinhos decidiu devolvê-lo à liberdade, apenas com a proibição de contactar as filhas, revela o Jornal de Notícias.

As duas irmãs foram adotadas há cerca de três anos pelo casal. Tinham então sete e oito anos. Gerentes de uma loja, não conseguiam ter filhos e passaram pelo crivo do processo de adoção, conseguindo a autorização para a entrega das meninas. Nada havia de suspeito e o casal preenchia os critérios exigidos. Mas quando a mais velha fez nove anos, o pai começou a abusar dela. Aproveitava os momentos em que a mulher e a filha mais nova se ausentavam de casa. Durante dois anos, a menina foi molestada sem nunca dizer nada. Nem à irmã, nem à mãe adotiva.

De acordo com informações recolhidas por aquele jornal, há poucos dias a mãe percebeu que a filha mais velha não andava bem e começou a desconfiar de uma gravidez. Questionou-a, pensando que, apesar da idade, poderia ter mantido relações com um amigo da escola. Mas a criança nada dizia.

Levou-a então ao Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, onde foram confirmadas as suspeitas: a gravidez tinha algumas semanas. Por ser menor, os médicos da unidade hospitalar tinham obrigação legal de avisar a Polícia Judiciária, pois era certo que estavam perante um crime de abuso sexual. E a menina acabou por confessar os abusos de que era vítima pelo pai.

A mãe, que nunca tinha desconfiado do marido, ficou incrédula e entrou em estado de choque. Ainda mais revoltada ficou quando a filha revelou que o pai tinha filmado as relações sexuais com um telemóvel.

Em poucas horas, os inspetores da luta contra os crimes sexuais da PJ do Porto recolheram os depoimentos da crianças e de testemunhas e reuniram prova suficiente para avançar para a detenção do indivíduo e a realização de buscas domiciliárias.

“No decurso das buscas realizadas, foram apreendidos equipamentos informáticos, cuja análise permitiu recuperar ficheiros com imagens das agressões sexuais infligidas pelo detido à ofendida”, explica um comunicado da PJ.

Ainda de acordo com o que foi possível apurar, o indivíduo tinha apagado os vídeos dos aparelhos, ao que tudo indica, pouco depois de saber que a filha adotiva estava grávida. Só não sabia que existem programas informáticos que permitem recuperar ficheiros apagados.

  • saltou-me a pipoca

    E vem uma juiza de recurso e deixa este violador á solta, digam-me como é que isto é possivel perante tal crime hediondo, este porco miserável não pode ficar impune por conta de uma juiza incompetente e colaborante com o criminoso, há provas fisicas há provas em video são duas meninas menores que espécie de juiza é esta? Se não houver justiça que o povo a faça com as próprias mãos á lei da selva num pais onde a justiça não existe para ajudar as vitimas existe para apoiar criminosos