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Mais de metade da população de Portugal tem excesso de peso

No âmbito do Dia Nacional de Luta contra a Obesidade, que se assinala a 19 de maio, fica aqui a lembrança de que 5,9 milhões de portugueses têm excesso de peso. Alterações nos comportamentos alimentares e a introdução de um profissional de saúde podem ajudá-lo a não fazer parte desta percentagem.

A obesidade e o excesso de peso são um problema grave de saúde, pois estão associadas a uma série de outras doenças e complicações que minoram a esperança e qualidade de vida. Patologias como hipertensão, problemas cardíacos, insuficiência renal e a diabetes são algumas das consequências associadas a cidadãos com este comportamento de risco, podendo levar ao aparecimento de outras mais graves como o cancro e outras doenças crónicas.

“Atualmente as doenças crónicas são responsáveis por 80% da mortalidade nos países europeus. Estas doenças surgem maioritariamente em cidadãos com comportamentos de risco, como é o caso do excesso de peso e dos hábitos alimentares inadequados”, refere a e-tutora Sandra Afonso, especialista pela área da saúde.

Manter uma alimentação equilibrada é um fator que traz qualidade de vida e longevidade. Os portugueses consomem cada vez mais carne, leite e açúcar e “segundo o Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física, de 2017, 17% dos portugueses ingere pelo menos um refrigerante por dia e um em cada dois portugueses não ingere a quantidade de produtos hortícolas ou de fruta recomendada pela OMS. São todos valores significativos que nos devem alertar para a realidade atual do nosso país, em que o excesso de peso é uma grande preocupação”, lembra Sandra Afonso, da Master.D Portugal.

O acompanhamento e aconselhamento médico assumem um posicionamento essencial no combate à obesidade. Através de um planeamento alimentar adaptado a cada paciente, é também responsável pela supervisão nutricional do mesmo, impedindo que problemas graves de saúde como o excesso de peso se manifestem.