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Atirador mata onze pessoas em Pittsburgh

Onze pessoas morreram e seis ficaram feridas no tiroteio de sábado numa sinagoga em Pittsburgh, nos Estados Unidos, segundo o balanço oficial das autoridades.

“Onze pessoas morreram no tiroteio”, disse o diretor da segurança pública de Pittsburgh, Wendell Hissrich, em conferência de imprensa, precisando que, entre as vítimas mortais, não se encontra nenhuma criança.

“Houve ainda mais seis pessoas feridas, incluindo quatro polícias”, prosseguiu.

A polícia identificou o atirador da sinagoga como sendo Robert Bowers, de 40 anos, adiantando que o suspeito, que se encontra detido, não estava referenciado pelas autoridades.

Bob Jones, agente do FBI de Pittsburgh responsável pela investigação, disse acreditar que Robert Bowers agiu sozinho, mas os motivos do atirador são ainda desconhecidos.

Jones descreveu o local do tiroteio como “a cena mais horrífica” que presenciou em 22 anos no FBI.

O homem disparou sobre os participantes numa cerimónia de atribuição de nome a um bebé, na manhã de hoje, na sinagoga da congregação “Tree of Life”, em Pittsburgh.

O ataque foi condenado por várias organizações hebraicas, pela Administração norte-americana, pelo primeiro-ministro de Israel e pela chanceler alemã, Angela Merkel, que denunciou o “cego ódio antissemita”.

“Todos nos devemos levantar com determinação contra o antissemitismo. Em todo o lado”, disse Angela Merkel, numa breve declaração difundida através da rede social Twitter.