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Toyota Auris Hybrid Touring: as vantagens da tranquilidade

O design pode não ser tradicionalmente o seu forte, embora a Toyota esteja a romper com o design conservador. O exemplo disso é o novo “high-rider”, o CH-R. UMa novidade que leva a crer que a próxima geração de Toyotas será bem mais atraente e menos “tradicional”. O que se torna verdadeiramente interessante é que apesar de existir uma grande evolução ao nível do design, a qualidade e a fiabilidade serão as mesmas que a marca nipónica nos tem vindo a habituar.

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A frente da Toyota Auris Touring Sports está bem mais bonita que a do Toyota Auris da anterior geração. É bastante semelhante à do Lexus CT200H, o que lhe oferece um ar bastante premium, desportivo e fora do vulgar. As óticas LED, a grelha brilhante e a inclinação fazem-na parecer um automóvel de um segmento superior, assim como as molduras cromadas que vincam o desenho da dianteira.

Onde a Toyota Auris Hybrid se vê penalizada é mesmo na sua silhueta, que fornece a ideia de ter uma traseira algo subida e desengonçada. Nada que não aconteça noutros modelos do segmento. O pára-choques traseiro é também ele bastante pronunciado. Nesta versão as jantes de 17 polegadas com pneus 225/45 ajudam a Toyota Auris a parecer um automóvel de design mais cuidado.

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Na traseira a marca nipónica acertou no design dos farolins que são mais compridos e contam com a iluminação em LED. Os dizeres “Hybrid” por toda a carroçaria, não deixam enganar ninguém. Fazem com que se saiba, de que se trata da motorização híbrida, uma solução em que a marca é pioneira.

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Chegamos ao interior. O design é invulgar, está focado em todos os passageiros e não só no condutor. Conta com materiais de melhor qualidade e outros de qualidade mais fraca da “cintura” para baixo, uma construção agradável e livre de barulhos parasitas.

De “louvar” a iluminação do interior que é futurista e oferece um ambiente bastante agradável.

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No geral o interior é harmonioso. Um volante com uma excelente pega e com comandos bem colocados que não estorvam a condução. Uma consola central que alberga um ecrã tátil TFT de dimensões generosas, e um painel de instrumentos que oferece um conjunto de informações bastante diversificado e útil. A Toyota colocou ainda um “manómetro” que indica os regimes “Charge/ECO/Power”, para informar o condutor sobre o consumo que obtém em cada um dos regimes através da aceleração e da travagem que é regenerativa e leva ao regime “Charge”.

No ecrã central do painel de instrumentos está ainda a informação acerca da carga da bateria, sistemas de ajuda à condução, navegação, reconhecimento de sinais de transito, modos de condução, entre outros. Não falta ainda o ar condicionado automático de dupla zona, assentos dianteiros aquecidos e o espelho eletrocromático.

O sistema de navegação e multimédia da Toyota é bastante completo. Tem bons gráficos, serviços conectados e atualização de mapas gratuita durante três anos. Ainda permite ajustar algumas opções como o fecho das portas, a luminosidade e a definições da câmara traseira. Apresenta a informação do transito em tempo real, oferecendo rotas alternativas, evitando atrasos desnecessários… Conta ainda com o “Google Street View” que exibe a imagem da localização ou do destino e permite até visualizar simultaneamente informação sobre o tempo e estacionamento para a área que se desloca. O sistema de reconhecimento de voz ajuda a manter os olhos na estrada.

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Na segurança contamos com alerta de transposição involuntária de faixa, estacionamento semiautónomo com câmara de marcha-trás, sensores de chuva e luminosidade, entre outros.

A posição de condução é agradável e a motorização híbrida proporciona momentos de condução que mais parecem aulas de meditação. A tranquilidade de conduzir um 1.8 HSD é excecional, até mesmo para os puristas da condução. No trânsito o conforto é incomparável com o de outros automóveis de caixa automática. Estes Toyotas conseguem oferecer um arranque bastante suave e silencioso. Com a bateria totalmente carregada e a uma velocidade abaixo dos 50km/h pode-se ainda ligar o modo “EV” em a Toyota Auris fica a circular apenas com propulsão elétrica.

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As revisões da Toyota estão na lista das marcas mais baratas, as peças não costumam ser uma exorbitância e a vantagem de ter um híbrido é que tanto ao nível de material de desgaste como ao nível de revisões tudo se torna mais barato. Existe um desgaste menor dos componentes… Há clientes Toyota a trocarem pastilhas de travão aos 100.000 kms!

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A esta qualidade juntam-se os cinco anos de garantia ou 160.000 kms que é oferecida pela Toyota nos automóveis híbridos. A bateria tem uma garantia de 5 anos ou 100.000km, no entanto, existe a possibilidade de mais um ano ou 15.000km de garantia, depois do sistema elétrico passar na verificação anual.

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