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Array ( [0] => WP_Post Object ( [ID] => 128037 [post_author] => 1 [post_date] => 2015-04-01 00:28:51 [post_date_gmt] => 2015-04-01 00:28:51 [post_content] => O número de cidadãos portugueses detidos no estrangeiro aumentou em 2014, passando de 1.521 para 1.658 (mais 137), segundo os dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue no parlamento português. De acordo com o documento, a maioria dos detidos (569) estava, no ano passado, em cadeias de Espanha, seguindo-se França, com 232, e o Reino Unido, com 222 portugueses detidos. Na lista do RASI segue-se o Brasil, em cujas prisões estavam 134 portugueses, e depois a Alemanha, com 69 cidadãos lusos, e o Luxemburgo, com 50. O relatório, baseando-se em dados fornecidos pela Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidade Portuguesas, indica ainda que, no ano passado, foram deportados/expulsos ou afastados 302 cidadãos portugueses de diversos países, estando os Estados Unidos no topo da lista, com um total de 49 casos de deportados. O maior número de portugueses deportados (17) é proveniente da área de jurisdição do Consulado Geral de Portugal em Newark e a principal razão da deportação prende-se com a existência de antecedentes criminais por assaltos, roubos, violência doméstica e sexual, entre outros. Em 2014 foram também expulsos/agastados de vários países 93 cidadãos portugueses, designadamente 72, do Reino Unido, quatro, da Alemanha e França, e três, da Venezuela. A criminalidade violenta e grave desceu 5,4 por cento, em 2014, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), hoje entregue na Assembleia da República. De acordo com o relatório, que apresenta os principais resultados da criminalidade e atividade das forças e serviços de segurança, o ano passado registaram-se 19.061 casos de criminalidade violenta e grave, menos 1.086 do que em 2013. [post_title] => Há 1.658 portugueses presos em todo o mundo [post_excerpt] => [post_status] => publish [comment_status] => open [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => ha-1-658-portugueses-presos-em-todo-o-mundo [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2015-04-01 00:28:51 [post_modified_gmt] => 2015-04-01 00:28:51 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://bomdia.eu/?p=128037 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [1] => WP_Post Object ( [ID] => 128035 [post_author] => 1 [post_date] => 2015-04-01 00:25:38 [post_date_gmt] => 2015-04-01 00:25:38 [post_content] => O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, destacou como "novidade" do programa de fundos comunitários 2014-2020 a disponibilidade de uma parte do financiamento para os emigrantes investirem em Portugal e eventualmente regressarem, sem referir valores. No encerramento de uma conferência sobre o programa de fundos comunitários Portugal 2020, em Oeiras, Passos Coelho afirmou que "Portugal sempre foi um país de diáspora" e, sobre os "últimos anos", considerou: "Nós tivemos uma intensificação desse movimento emigratório, que se desviou menos do que muitos pensam daquilo que é a nossa tendência ancestral, e moderna". "Mas, na verdade, aconteceu, e é muito importante que nós tenhamos hoje condições - sobretudo quando estamos a olhar para os próximos sete anos - de pensar que uma parte do financiamento de que vamos dispor possa também estar disponível apara aqueles que, por qualquer razão, precisaram de sair do país, e que veem hoje, com a experiência que adquiriram, com o percurso que fizeram, uma oportunidade para investir em Portugal, ou num percurso em Portugal, ou para regressar a Portugal", acrescentou. [post_title] => Passos: emigrantes podem usufruir de fundos comunitários [post_excerpt] => [post_status] => publish [comment_status] => open [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => passos-emigrantes-podem-usufruir-de-fundos-comunitarios [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2015-04-01 00:25:38 [post_modified_gmt] => 2015-04-01 00:25:38 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://bomdia.eu/?p=128035 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [2] => WP_Post Object ( [ID] => 128031 [post_author] => 1 [post_date] => 2015-04-01 00:20:45 [post_date_gmt] => 2015-04-01 00:20:45 [post_content] => O PSD-Madeira viu confirmada a sua 11.ª maioria absoluta, depois de uma noite atribulada em que, durante duas horas, um erro informático retirou aos sociais-democratas um resultado que têm conquistado em todas as eleições desde 1976. No entanto, os dados podem ainda não ser definitivos já que existe a possibilidade de recurso para o Tribunal Constitucional – qualquer partido tem 24 horas para o fazer, depois de afixado o edital com os resultados – e o PCP já garantiu que irá fazê-lo. No domingo, os resultados provisórios atribuíram 24 deputados ao PSD, o que garantia aos sociais-democratas a sua 11.ª maioria absoluta. No entanto, ainda na noite eleitoral, o cabeça de lista da CDU na Madeira, Edgar Silva, admitia a alteração deste cenário, já que a validação de cinco votos anulados na CDU retiraria a maioria absoluta ao PSD-M. Hoje, uma primeira recontagem da assembleia geral de apuramento chegou a retirar a maioria absoluta ao PSD e, pouco depois das 20:00, foi afixado um edital em que os sociais-democratas perdiam um deputado em benefício da CDU. No entanto, menos de duas horas depois, a assembleia geral de apuramento detetou que os votos do Porto Santo não tinham sido contabilizados, por erro informático. Por volta das 22:15, o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições, João Almeida, presente na residência oficial do Representante da República, onde decorreu todo o processo, anunciou que, contabilizados os votos de Porto Santo, o PSD ‘recuperava’ a maioria absoluta e classificou o erro informático de "lamentável e indesculpável". Numa reação a esta decisão, o mandatário da candidatura da CDU (PCP/PEV) na Madeira declarou que esta força política “não vai aceitar de braços cruzados” e disse que irá recorrer para o Tribunal Constitucional. “Vamos recorrer aos locais onde o PSD também pensava recorrer, Tribunal Constitucional e outras instâncias em relação a esta matéria” vincou Leonel Nunes. De acordo com a lei eleitoral da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, “o recurso é interposto no prazo de vinte e quatro horas a contar da afixação do edital” com a proclamação de resultados. “O presidente do Tribunal Constitucional manda notificar imediatamente os mandatários das listas concorrentes no círculo para que estes, os candidatos e os partidos políticos respondam, querendo, no prazo de vinte e quatro horas”, refere ainda lei. Nas quarenta e oito horas seguintes ao fim do prazo anterior, “o Tribunal Constitucional, em plenário, decide definitivamente do recurso, comunicando imediatamente a decisão à Comissão Nacional de Eleições e ao Representante da República na Região Autónoma da Madeira”. [post_title] => Madeira: PSD confirma maioria absoluta mas... 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Na etapa complementar, Portugal procurou de todas as formas dar a volta ao marcador, mas uma exibição do guarda-redes adversário, Vozinha, impediu todas as tentativas de golo dos jogadores lusos. De referir, ainda, a estreia como internacionais "A" de sete atletas: Anthony Lopes, André Pinto, Paulo Oliveira, Bernardo Silva, Ukra, Danilo e André André. 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Vários alertas foram emitidos e os meteorologistas afirmam que esta pode ser uma das mais fortes tempestades dos últimos anos naqueles países. O cenário é de destruição em muitas localidades. No aeroporto de Amesterdão, o quarto maior europeu, 80 voos foram cancelados e há vários atrasos nas ligações previstas. No porto de Roterdão há terminais de contentores encerrados e navios obrigados a ficar no mar. Os automobilistas foram aconselhados a não circular e há estradas que estão bloqueadas por camiões tombados ou árvores caídas. Os serviços de meteorologia holandeses colocaram as regiões costeiras e do Norte em alerta vermelho, o mais grave, devido à força do vento que chega aos 120 km/hora, cuja destruição já causou prejuízos de vários milhões de euros. Na Alemanha, o cenário é idêntico e os ventos estão a atingir 160 km/hora. “Esta pode ser uma das piores tempestades dos últimos anos”, disse o porta-voz do serviço de meteorologia alemão, Peter Hartmann. Em Frankfurt foram cancelados cerca de 40 voos, já que uma das pistas teve de ser encerrada devido à força do vento. Também a companhia de caminhos-de-ferro alemã Deutsche Bahn anunciou que cancelou todas as ligações no centro do país. No Reino Unido, uma das maiores pontes do rio Tamisa dói encerrada devido ao mau tempo e foi emitido um alerta de tornado. Nas redes sociais circulam inúmeras fotografias que espelham o caos nas estradas e ruas do país. Na Bélgica, a tempestade já derrubou árvores, candeeiros de rua e postes de electricidade, deixando centenas de famílias sem electricidade. Em algumas localidades, há viaturas e edifícios danificados por objectos e árvores que foram arrastados pelo vento. 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Na altura nem queria acreditar, mas com o passar do tempo vi que era verdade e o difícil foi dizer que não», disse Joel ao jornal A Bola. Depois disso foi fazer testes, acompanhado pelo pai, e acabaria por ficar. Antes houve um percurso que passou pelos suíços do Neuxatel Xamax, que o obrigava a ficar longe de casa de segunda a sexta e onde regressava apenas no fim de semana. «Teria sido mais fácil se fosse mais perto de casa mas era mesmo aquilo que eu queria...» Apesar de nunca ter morado, nem sequer nascido, neste país à beira-mar plantado, Joel sente-se um puro lusitano. A irmã, com 26 anos, ainda nasceu em Portugal e o irmão, atualmente com 20, já nasceu também em solo suíço, onde os pais do guarda-redes estão há cerca de 22 anos. Foram para lá na década de noventa, deixando Cabeceiras de Basto para trás, em busca do que tantos outros queriam: uma vida melhor. E porquê a mudança de seleção entre os sub-16 e os sub-17? «Sempre me senti português. Em casa sempre falámos em português e voltamos a Portugal todos os verões, por isso nunca se perdeu a ligação». Apesar da distância, é em Portugal que está a família toda de Joel, sobretudo os muitos primos, com quem costuma jogar à bola nas férias de verão, desde muito pequeno. «Tenho uma família muito grande, da parte da minha mãe são nove irmãos e da parte do meu pai são cinco e por isso é muita gente. Às vezes também vimos no Natal e é muito bom», disse. No entanto as visitas a Portugal não são agora tão rígidas na agenda. Isto porque, na Suíça, os pais costumam tirar férias em julho ou agosto e as férias concedidas pelo clube inglês são, à semelhança do que se passa com os restantes clubes, em junho. «Já não vou a Cabeceiras de Basto há dois anos, mas quero ir este ano. Talvez não possa ir com os meus pais, mas ainda vamos ver isso», prometeu, ele que por agora até se encontra em Portugal, na comitiva lusa de sub-19. No meio de uma família extensa, a altura (1,90 m!) é uma herança que não lhe foi dada pelos pais. «Agora sou o mais alto da família. Mas os meus avós, quer da parte materna quer do lado paterno, eram muito altos, os meus pais já são mais baixinhos». 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Os candidatos deverão dominar pelo menos duas línguas europeias (uma delas tem de ser o inglês, francês ou alemão, nível B2) e, no mínimo três anos de formação superior (diploma atribuído até 31 de julho de 2015), informa a União no site de candidatura. Saiba mais aqui. Os profissionais, que irão fazer parte dos quadros permanentes, irão colaborar na definição e desenvolvimento de políticas, bem como na gestão de recursos, informa a União Europeia no site de candidatura. Os interessados poderão auferir um salário de 4 384,38 euros, o salário mensal inicial por 40 horas de trabalho por semana. Veja as ofertas disponíveis aqui. As candidaturas decorrem até 21 de abril, até às 12h locais de Bruxelas. No site pode ainda encontrar uma lista das ofertas de trabalho temporário disponíveis nos diversos institutos e organismos da União Europeia. 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